Buzztrade; Regulamento, confianca e tecnologia

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Buzz Trade

Se você está buscando um broker para iniciar no mundo do trading continue lendo porque nesta resenha vamos te apresentar o novo Buzz Trade, uma plataforma de comércio para operações com opções binárias que foi lançada recentemente.

Detalhes da empresa

Buzz Trade Ltd. é uma empresa de investimentos para opções binárias a nível europeu. Trata-se de uma propriedade da AirFinance Pro Ltd. e que foi fundada em 2020 para oferecer investimentos de qualidade e uma experiência comercial segura e única.

Com todas as inovações tecnológicas na ordem do dia Buzz Trade oferece uma plataforma regulamentada e autorizada para prover seus serviços na União Europeia, com licença da Comissão de Valores do Chipre (CySEC).

Assim, afirmamos que Buzz Trade é um broker regulamentado, que foi lançado recentemente mas que conta com as últimas tecnologias e uma equipe profissional e dedicado completamente a proporcionar a seus clientes a máxima satisfação e qualidade em suas sessões de trading.

Vídeo revisão de Buzztrade

Por que escolher Buzz Trade?

Por muitos motivos.

Se você está buscando uma experiência mais atual em suas operações com opções binárias em Buzz Trade você encontrará o serviço mais profissional e a melhor plataforma de operações, onde poderá desfrutar da qualidade do comércio com opões e os melhores serviços.

Operar de maneira mais rápida, simples e organizada, tudo isto é possível em Buzz Trade, onde você encontrará uma ampla seleção de ativos para escolher, ferramentas e funções para operar com vantagem e onde realmente conseguirá maximizar seus benefícios potenciais.

A equipe de experientes de Buzz Trade te proporcionará tudo o que você precisa para que suas operações melhorem, e você terá acesso a atualizações diárias, análises de mercado, tutoriais e atenção ao cliente 24 horas para resolver qualquer problema ou dúvida que surja.

Em Buzz Trade você poderá escolher operar na web ou através do aplicativo mobile, e com uma ampla variedade de ativos e tipos de operações diferentes. Você poderá operar tanto a curto prazo como a longo prazo e provar as operações sobre pares, nas quais conseguirá incríveis resultados.

Desfrute das últimas tecnologias e beneficie-se de uma plataforma com uma interface intuitiva com a que poderá navegar facilmente e realizar suas transações facilmente e sem problemas. E tudo isso com total confidencialidade e segurança da sua conta.

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Portanto, porque deveríamos escolher Buzz Trade?

  • Por sua plataforma de operações regulamentada.
  • Por sua ampla seleção de ativos financeiros disponíveis (mais de 200).
  • Porque sua interface de usuário é muito intuitiva e fácil de usar.
  • Porque sua plataforma está baseada na web, e não é necessário baixar software.
  • Porque oferece as melhores ferramentas e funções para suas operações.
  • Porque dispõe de administradores de contas totalmente capacitados.
  • Porque o saque de benefícios é muito mais simples.
  • Porque oferece operações de 60 segundos, muito úteis para caçar oportunidades.

Plataforma web e trading mobile

Como acabamos de comentar, em Buzz Trade você poderá desfrutar de dois tipos de plataformas. Por um lado você terá acesso à plataforma web uma vez que preencher o formulário e completar o cadastro. Cabe destacar que a conta será usando dinheiro real, e que neste broker não oferecem a possibilidade de usar uma conta demonstrativa.

Por outro lado, se você não puder se manter em frente ao computador tanto tempo quanto você gostaria e não quer perder a oportunidade de operar nas melhores horas do mercado, pois para isso você terá a chance de usar a plataforma trading mobile, com acesso do seu dispositivo mobile. Assim você poderá ter um controle muito mais exaustivo de suas operações e garantir o êxito.

Os ativos e as operações disponíveis

Em Buzz Trade você terá a oportunidade de operar em mais de 200 ativos disponíveis. Para saber quais são você só tem que dar uma olhada no índice de ativos, e ali você encontrará todos os pares de divisas estrangeiras, índices bursáteis, valores dos mercados tanto a nível nacional e internacional e matérias primas disponíveis para operar na plataforma de comércio.

Neste broker em questão se oferecem diferentes tipos de operações para negociar com os ativos disponíveis. Tudo isto para que você se sinta mais cômodo operando, sem importar a sua experiência no trading e seu perfil de investidor em Buzz Trade seguramente encontrará um comércio que se adéqüe às suas preferências, necessidades e objetivos de investimento, você vai ver.

E para não me desviar do tema vamos falar agora mesmo sobre as operações disponíveis em Buzz Trade, para que você possa escolher aquelas opções que mais te convêm. Neste broker você encontrará: opções binárias padrão, de um toque, sobre pares e a curto e longo prazo.

As opções padrão serão aquelas operações onde você tem que cumprir o objetivo de predizer a direção correta do preço e apostar sobre isso. Se acertar você levará ao bolso a porcentagem de rendimento pré-estabelecida, fácil assim.

Nas opções de toque o preço além de se dirigir para tendência correta terá que alcançar um preço determinado. Se não o fizer não poderá recolher os benefícios então é importante estar seguro ao selecionar o ativo que o preço atingirá até o nível requerido. Nestas opções, à diferença das opções padrão, os rendimentos costumam ser mais altos.

Depois temos as opções a longo prazo, com as quais poderemos gerar benefícios constantes no tempo. E as operações a curto prazo onde destacaremos as opções de 60 segundos, muito usadas para aproveitar as reações inesperadas dos mercados e as mudanças rápidas na direção das tendências.

Quanto às opções sobre pares, sem dúvida são uma das opções mais interessantes pois teremos a oportunidade de enfrentar dois ativos – geralmente valores de empresas – e ver como se comporta um diante do outro.

Educação e recursos de aprendizagem

Para Buzz Trade é importante que todos seus operadores tenham as mesmas oportunidades e é por isso que se chegam novos traders sem conhecimentos poderão se colocar em dia na sua seção de educação. Ali você encontrará a introdução de opções binárias, a informação básica sobre os operadores, os termos das opções binárias e como operar em opções.

Mesmo assim, você terá acesso a cursos sobre opções binárias nos quais você aprenderá desde um nível básico para maximizar suas habilidades na análise do mercado e com a ajuda de uma videoteca com recursos para que você possa melhorar seu potencial como trader.

Ferramentas para operar

Segundo o que se diz, para operar em opções binárias é importante conhecer os ativos e quais são os fatores que afetam os preços e em que medida o fazem. Portanto, para ter os melhores resultados de investimento teremos que conhecer os ativos subjacentes com os que iremos trabalhar e dispor de informação atualizada sobre os mesmos.

A informação é chave, como já repetimos em várias ocasiões, então é interessante prestar atenção às análises financeiras e notícias do mercado que aparecem regularmente em Buzz Trade, com as que poderemos estar atualizados tanto diária quanto semanalmente.

Outro tipo de ferramentas que nos ajudam muito neste sentido é por exemplo o calendário econômico, incluído em Buzz Trade, e onde encontraremos informação de muito interesse para melhorar nas previsões. Com a informação adequada você poderá investir com vantagem, antecipando-se às possíveis reações nos mercados financeiros.

Métodos de pagamento e atenção ao cliente

Em Buzz Trade todas as suas operações estão garantidas, pois utilizam as últimas tecnologias e isso nos transmite confiança porque estaremos protegidos contra a fraude e desfrutaremos de transações mais seguras. Tanto os depósitos como o saque dos ganhos se realizam de forma segura, então não há com o que se preocupar.

Neste broker se permite usar as seguintes divisas: dólar americano, euro, libra esterlina, dólar canadense, iene japonês, rublo russo e dólar australiano.

Para os depósitos podem ser usados os cartões de crédito (Visa, Mastercard e Maestro), transferência bancária e os sistemas de pagamento eletrônico Skirll e Neteller. Para os saques você terá os mesmos métodos. Poderá ser solicitada informação adicional para verificar sua identidade. Como você pode ver, em Buzz Trade você desfrutará de máxima segurança para suas transações.

Quanto à equipe de atenção ao cliente você terá a possibilidade de contatá-los através de um formulário, e-mail ou telefone. Para chamar por telefone você terá um número da Espanha e poderá contatá-los 24 horas por dia, 5 dias da semana, exceto fins de semana.

Programa de afiliados

O broker Buzz Trade trabalha com Capital Comissions, um programa de afiliados que pode te proporcionar rendimentos extra. Os planos de comissões que incluem esta rede de afiliados são do tipo CPA, Revenue Share e Afiliados.

Então já sabe, se você se cadastrar em Buzz Trade e te convencerem os seus serviços você poderá convidar a outros para experimentar a plataforma de comércio e levar um dinheiro extra ajudando o broker a se dar a conhecer usando as ferramentas de marketing que te incluem nesta rede de afiliados.

Confiança e tecnologia: Pré-requisitos para o sucesso no regulamento digital

Parte IV: Como o LEI pode ser utilizado para possibilitar o processamento direto, fortalecer o combate ao crime financeiro e preparar um ecossistema de identidade digital global

Autor: Stephan Wolf

  • Data: 2020-12-18
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Uma das maiores contestações enfrentando no ecossistema financeiro global é como completar a sua transformação para um ambiente completamente virtual. Aqui, o sucesso será determinado, parcialmente, pela capacidade do novo sistema digital em identificar participantes nos mercados financeiros e rastrear, prever e mitigar fraude.

Assim como qualquer sistema de confiança, o ecossistema financeiro digital exige uma função controladora e reguladora que possa monitorar as suas operações e coletar dados que habilitarão ajustes positivos. Para ser efetivo, isso significa que ele deve evoluir as suas funções operacionais e controladoras como aspectos harmonizados de um conjunto único e unificado. Por outras palavras, a função reguladora deve usar tecnologias que trabalhem em conjunto com aquelas que sustentam o resto do sistema.

Nesta postagem, a última em nossa série de postagens explorando a confiabilidade financeira na era digital, avaliamos as possíveis formas de atingir esta paridade. Entre outras coisas, ela exige atenção concentrada e imediata; as capacidades regulatórias atuais do ecossistema correm risco de não atingirem este ideal. A menos que a lacuna possa ser reduzida, o ambiente digital evoluirá para permitir que defraudadores continuem a ampliar as suas façanhas e possivelmente ampliar as suas vantagens.

Importante para o desenvolvimento de uma função regulatória digital robusta é a capacidade de consistentemente identificar partes em transação em tempo real e em uma escala global. Isso exige que todas as partes interessadas aceitem um meio único e compartilhado de verificação de identidade digital.

Tecnologia digital: amiga, não inimiga

Em nosso mundo interconectado, a sobrecarga de informações corre o risco de minar a confiança, então, as partes interessadas devem trabalhar ainda mais arduamente do que nunca para mitigarem a dúvida ao verificar identidade umas das outras. Em relação à criação de confiança e transparência nos mercados financeiros globais, alguns observadores do mercado sugeriram que regras, regulamentos e instituições de supervisão causam mais problemas do que resolvem e que a “tecnologia em breve as tornarão redundantes”. Ao mesmo tempo, frequentemente, essas vozes críticas também temem que a regulamentação financeira possa prejudicar a inovação; um impeditivo para a economia digital: “O principal eixo na implementação de inovação nos serviços financeiros é o regulamento.” (CoinDesk).

Entretanto, em nossa visão, o regulamento é a representação de normas éticas compartilhadas que sustentam a confiança: “Confiança é a expectativa que surge dentro de uma comunidade com comportamento regular, honesto e colaborativo, baseada em normas comumente compartilhadas, por parte dos outros membros de tal comunidade. As comunidades dependem de confiança mútua e normas éticas compartilhadas que as fundamentam. Confiança não é reduzível a informações.” (Trust, the social virtues and the creation of prosperity, Francis Fukuyama).

Contudo, a própria tecnologia não define normas éticas. É puramente o meio através do qual normas compartilhadas podem ser expressadas e executadas. Desta forma, tecnologia não pode tornar regras, regulamentos e instituições redundantes, ela pode apenas facilitá-las ou atrapalhá-las.

A partir desta perspectiva, o processo de digitalmente estabelecer a identidade jurídica de uma parte interessada é um requisito fundamental, pois ele habilita a determinação de “quem é quem” em uma comunidade digital. As “normas éticas compartilhadas” determinam os comportamentos aceitáveis dentro de tal comunidade. Assim, a identidade de uma pessoa ou uma entidade jurídica permite que direitos e deveres sejam atribuídos pela comunidade, em linha com os seus valores compartilhados.

O modelo-alvo proposto

A GLEIF propõe que o modelo-alvo necessário para capturar e articular o espírito de regulamento financeiro digitalmente habilitado deve ter, em seu núcleo, forte identificação da entidade jurídica. Especificamente, o ecossistema financeiro deve permitir que todos os seus desfechos sejam identificados e verificados no momento da transação, e privacidade e segurança beneficiem a comunidade inteira.

A GLEIF acredita que o modelo-alvo deve unir dois conceitos distintos. O primeiro, identidade auto-soberana para pessoas naturais, refere-se ao dono da identidade com propriedade dos seus dados pessoais junto com o controle sobre como, quando e para quem os dados são revelados. O segundo, conectando tal indivíduo a uma entidade jurídica ao identificar o relacionamento ou função que o indivíduo desempenha (por ex., Diretor do Conselho Executivo, CEO, etc.).

Neste modelo, uma autoridade jurídica é necessária para atribuir uma identidade digital jurídica para uma pessoa ou para outra entidade jurídica, como uma empresa. O fato de que a identidade pode ser diversamente atribuída dessa forma oferece um meio mais transparente e preciso de verificar aquelas do outro lado de uma transação. A própria identidade digital jurídica é composta de um conjunto de características verificáveis (ou reivindicações verificáveis); um [Legal Name] ou [Legal Address] seria uma reivindicação verificável, por exemplo.

O dono da identidade pode controlar as características exportas ao se matricular em um serviço digital, como quando abrir uma conta bancária para uma entidade jurídica, e um provedor de serviços digitais pode estabelecer o tipo de característica necessário para que o acesso ao serviço seja concedido.

A chance para paridade operacional e regulatória

Deve ser assegurado que os processos regulatórios que supervisionam transações financeiros evoluam em linha com as capacidades operacionais do ecossistema digitalizado. Se tecnologia permitir que as transações ultrapassem a capacidade do ecossistema de monitorar e executar conformidade, ela aumentaria oportunidades para defraudadores trapacearem o sistema, combinado com aumentos significativos em custo de conformidade e ineficiência do processo.

Pesquisas manuais e em banco de dados e documentação em papel estão ultrapassadas. Adoção e implementação global do LEI é a solução que habilitará a implementação de tecnologias para paridade controladora e operacional. É simples implantar, globalmente interoperável e fornece benefícios a uma ampla variedade de partes interessadas, desde reguladores a negócios. Com o modelo-alvo informando a criação de novos regulamentos controladores como, por exemplo, o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados da União Europeia (GDPR), e segunda iteração da Diretriz de Serviços de Pagamento (PSD2), agora o palco está montado para o florescimento do LEI. Quanto antes esta tecnologia inovadora estabelece adoção universal, melhor. Só assim, podemos explorar o verdadeiro poder da transformação digital e elevar a luta global contra o crime financeiro para a sua posição legítima de força.

O Conselho de Estabilidade Financeira (FSB), fundador da GLEIF, definiu um possível caminho adiante em uma carta recente endereçada aos líderes do Grupo dos Vinte (G20) em antecipação à reunião do grupo em Buenos Aires: “O FSB está trabalhando para assegurar que o G20 possa explorar os benefícios das novas tecnologias financeiras, enquanto contendo riscos associados à estabilidade financeira. Mais genericamente, a FSB e os corpos de definição de normas estão explorando como uma ampla gama de inovações – incluindo tecnologia distribuída de livro razão, o LEI global, inteligência artificial e diversas tecnologias de pagamento – poderiam promover estabilidade financeira enquanto trazem maiores benefícios aos clientes e negócios.”

A GLIEF completamente suporta esses objetivos.

Confirmo que li, entendi e aceitei a política de privacidade . Confirmo que os dados que digitei e cliquei podem ser enviados para os responsáveis pela rede social, salvos e processados eletronicamente por eles.

Caixa Geral de Depósitos

Site Institucional

Caixa Geral de Depósitos

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RGPD: Garanta a proteção dos seus dados

Leis e Impostos

É conhecido como Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados e visa regular a forma como os nossos dados pessoais são tratados. Esteja informado.

Certamente, já ouviu falar do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD) ao longo dos últimos anos.

Muito provavelmente, nesta sequência, teve novamente que partilhar os seus dados pessoais com alguma empresa ou entidade; declarar estar esclarecido sobre documento informativo e, até, assinar um formulário de consentimento.

Apesar desta legislação ter efeitos práticos no dia-a-dia, nem sempre é muito claro para que serve, quais os direitos a atender e como reclamar, caso o não sejam.

Vejamos um exemplo prático. Certamente que já recebeu um telefonema ou um e-mail de uma empresa com a qual não tem qualquer relação comercial e que tentou vender-lhe um produto ou serviço.

Nessa altura terá pensado, se não sou cliente, como é que sabem o meu número de telefone? Quantas empresas e pessoas adicionais terão ainda esta informação?

O que, erradamente, acontecia, era que, mesmo sem que tivesse dado o consentimento para que os seus dados fossem cedidos a terceiros, algumas empresas partilhavam-nos com outras suas parceiras. Este é um dos casos que o RGPD pretende evitar ou, pelo menos, regular.

RGPD: o que é ?

Na prática, este Regulamento resulta de criação legislativa europeia (Regulamento (UE) 2020/679 do Parlamento Europeu e do Conselho), relacionada com a proteção das pessoas singulares em relação ao tratamento de dados pessoais e à livre circulação desses dados.

Esta atividade legislativa é aplicável a todos os Estados-membro diretamente, sem necessidade de transposição e, em virtude da margem de conformidade dada aos Estados-membro para concretizar alguns pontos, a Lei Nacional de Proteção de Dados (Lei n.º 59/2020, de 8 de agosto) veio, definir, então, esses pontos em Portugal e está já em vigor.

Por isso, é normal que, nos últimos tempos, possam ter-lhe entregue documentação informativa ou pedido vários consentimentos. Mesmo por parte de entidades às quais já os tinha dado.

Em Portugal, a aplicação do RGPD é supervisionada pela Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD). No site desta entidade encontra, não só, a legislação, como, também, minutas para poder reclamar – caso os seus direitos não sejam respeitados.

Hoje em dia, e sobretudo com a utilização massiva da internet e das redes sociais, os seus dados são muito valiosos para as empresas. Mas, são muito mais valiosos para si. A sua privacidade e segurança não têm preço.Por isso, é importante conhecer os seus direitos e saber o que podem ou não podem, as empresas, fazer com os seus dados pessoais, como a sua morada, e-mail ou número de telemóvel.

RGPD e Consentimento

Quando o RGPD entrou em vigor, surgiram muitas dúvidas, quer por parte das empresas, quer por parte dos titulares de dados, sobre o que fazer aos dados que já constavam das diversas entidades.

A questão fundamental visa os dados que têm de ser, obrigatoriamente, cedidos, para um contrato ter efeito. Por exemplo, o seu fornecedor de eletricidade terá de saber a sua morada. Se aderiu à fatura eletrónica, terá de indicar um endereço de e-mail. Terá, também, de armazenar os seus dados de consumo.

Estes dados (ou outros adicionais) podem também servir para, por exemplo, o envio de mensagens sobre promoções. E, nestes casos, as empresas podem ter de pedir, novamente, o consentimento para os utilizar – caso não tenham sido inicialmente cedidos de forma explícita para esta finalidade.

Ou seja, se não deu uma autorização direta, então, depois da entrada em vigor da lei, teve de a dar. Caso contrário, esses dados não poderão ser usados para fins promocionais.

Mais, um dos necessários pedidos de consentimento diz respeito à autorização para que os dados sejam cedidos a entidades terceiras, para fins igualmente promocionais. Muitas vezes, pode estar a autorizar (sem disso estar consciente) que outras empresas tenham acesso a informações suas.

Por isso, quando lhe derem um formulário para gerir as opções e assinar ou subscrever, leia atentamente e assinale apenas as opções que, de facto, lhe interessem.

Vídeovigilância: o que mudou

Numa altura em que as câmaras parecem ser omnipresentes, o RGPD veio, também, alterar algumas regras relativas à instalação de câmaras de videovigilância. A principal é que deixou de ser preciso pedir autorização à CNPD para instalar estes dispositivos, embora as forças policiais devam ser informadas nos termos da legislação própria.

No entanto, continua a ser obrigatório afixar um aviso informativo acerca da existência dessas câmaras, que não são permitidas em locais mais reservados, e que não devem captar som.

Ou seja, apesar de não ser precisa a autorização, os novos sistemas e os já existentes têm de cumprir com o RGPD e a Lei nacional, devendo ser efetuada uma avaliação de impacto anterior à sua instalação e devendo-se respeitar a privacidade de quem é filmado.

Quais são os meus direitos?

O RGPD procura, como vimos, definir os direitos de proteção aos seus dados – obrigando as empresas a serem mais rigorosas na forma como os recolhem e mais transparentes quanto à utilização a dar-lhes. O incumprimento da lei dá lugar a sanções, mas, para que possa estar protegido e para que os infratores sejam punidos, é essencial conhecer os seus direitos e saber como reclamar.

Direito de acesso aos dados

Como já vimos, o facto de ceder os seus dados não lhe retira direitos sobre eles. Muito pelo contrário.
Com o RGPD, fica bastante claro que um cidadão tem o direito de saber se os seus dados pessoais são ou não tratados.

Tem igualmente direito a saber:

  • A finalidade do tratamento que é dado aos seus dados. Ou seja, para que serão utilizados?
  • Quais as categorias dos dados pessoais que são tratados?
  • Se os dados não foram dados por si, qual a sua origem?
  • Quem são as entidades que agem em nome ou por conta do responsável por esse tratamento? Ou seja, se não é aquela empresa, em quem delega essa tarefa?
  • Quem são os terceiros a quem vão ser comunicados os seus dados?
  • Os dados vão ser conservados durante quanto tempo?
  • Os seus dados são sujeitos a decisões automatizadas, ou seja, a decisões tomadas por meios tecnológicos e sem envolvimento humano? Estas decisões automatizadas são tomadas por algoritmos e acontecem muitas vezes, no sector financeiro ou na saúde e podem ocorrer, por exemplo em simulações para pedidos de empréstimo feitos online.
  • Há definição de perfis com base em dados pessoais? Em caso afirmativo, qual é a lógica usada para essa definição?
  • Quais as consequências que o tratamento de dados pode ter para si?
  • Se os seus dados forem transferidos para fora do Espaço Económico Europeu, como saber se continuam protegidos?

Se quer exercer este direito, deve procurar dirigir-se, por escrito, ao responsável pela proteção de dados da entidade em causa, identificando-se e usando a seguinte frase: “Ao abrigo do artigo 15.º do RGPD, venho solicitar o acesso aos meus dados pessoais”.

Direito de retificação de dados

Se os seus dados pessoais estiverem errados ou desatualizados, tem direito a vê-los corrigidos. Basta dirigir-se à pessoa responsável da entidade em causa e usar o seguinte texto: “Ao abrigo do artigo 16.º do RGPD, venho solicitar a retificação dos meus dados pessoais, relativamente a (…).’’

Deve indicar qual a informação que quer retificar ou corrigir, dizendo qual é a informação mais atualizada e correta.

Direito ao apagamento dos dados

De acordo com o RGPD, existem circunstâncias em que pode pedir que os seus dados sejam apagados, nomeadamente, quando tiver retirado o seu consentimento, quando estes já não forem necessários ao objetivo para o qual foram recolhidos ou quando estejam a ser usados de forma ilegítima.

Pode também pedir aos motores de busca da Internet que certos links deixem de estar associados sempre que alguém faz uma pesquisa em seu nome. Basta dirigir-se à pessoa responsável da entidade em causa e usar o seguinte texto:

“Ao abrigo do artigo 17.º do RGPD, venho solicitar o apagamento dos meus dados pessoais, relativamente a (…).’’
As empresas que recebam esse pedido e que tenham cedido os seus dados, para fins de marketing, a entidades terceiras, deverão, ainda, comunicar a essas entidades, o exercício de direitos efetuado e a necessidade dessas eliminarem os seus dados das suas bases de dados, não podendo continuar a contactá-lo.

Direito à limitação do tratamento

É um novo direito trazido pelo RGPD e torna possível que, uma vez alcançada a finalidade inicial para a recolha de dados, e uma vez confirmada a sua inutilidade, haja possibilidade os eliminar.

Direito de portabilidade dos dados

Os dados que forneceu a uma empresa aquando, por exemplo, da contratação de um serviço, podem ser transmitidos ao novo fornecedor.

Pode exercer o seu direito de os receber e passá-los para outro responsável ou autorizar que sejam automaticamente transmitidos entre as duas entidades. Desde que estejam num formato corrente e de leitura automática. Basta dirigir-se à pessoa responsável daquela entidade e usar o seguinte texto: “Ao abrigo do artigo 20.º do RGPD, venho solicitar a portabilidade dos meus dados pessoais, relativamente a (…) e para a entidade (. ).’’

Direito de oposição

A qualquer momento, e sem justificação, poderá opor-se ao tratamento dos seus dados pessoais, por motivos relacionados com a sua situação particular.

Um dos aspetos mais importantes deste direito é a possibilidade de opor-se a que os seus dados sejam tratados para fins de marketing direto, incluindo a definição de perfis associada a este tipo de utilização.

Se perceber que os seus dados estão a ser usados para uma finalidade diferente daquela para a qual inicialmente foi definida, pode igualmente opor-se a esse tratamento. Basta dirigir-se à pessoa responsável da entidade em causa e usar o seguinte texto:

“Ao abrigo do artigo 21.º do RGPD, venho solicitar a oposição ao tratamento dos meus dados pessoais, relativamente a (…).’

As empresas que recebam esse pedido e que tenham cedido os seus dados, para fins de marketing, a entidades terceiras, deverão comunicar-lhes este exercício de direitos e a necessidade de os excluir das suas bases de dados.

Como exercer os seus direitos

Como já vimos, o RGPD trouxe não só mais direitos, como uma forma mais simples de os exercer.

De uma forma totalmente gratuita, no primeiro pedido, pode dirigir-se ao responsável pelo tratamento de dados da entidade a abordar. Estes contactos são facultados na política de privacidade ou documento equivalente.

Não se surpreenda se a entidade solicitar a validação da sua identidade, dado que estes pedidos podem apenas ser executados quando esteja garantido que foi o titular dos dados que os pediu.

Ao fazer essa comunicação, deve identificar-se e deve guardar a prova de que fez um pedido de exercício dos seus direitos. A resposta tem de ser dada no prazo de um mês, exceto em casos de especial complexidade, onde o prazo aumenta, desde que justificado ao titular os motivos dessa complexidade.

Se não obtiver resposta dentro do prazo legal, se não for dado seguimento ao seu pedido, se a recusa não foi justificada ou se entender que os seus direitos não foram devidamente garantidos, pode contactar a Comissão Nacional de Proteção de Dados.

A este propósito, Patrícia Macedo Alves, Data Protection & Compliance Manager na editora Adclick faz um balanço claro de todas estas mudanças. “Na verdade, deparamo-nos, cada vez mais, com titulares de dados informados acerca dos seus direitos e conhecedores de que existe legislação aplicável que os protege. São, aliás, os próprios, a trazer a mesma à colação.

E, embora as terminologias empregues não transmitam, por vezes, o seu real objetivo com o pedido, embora os prazos de resposta ainda sejam desconhecidos e a necessidade de validação de identidade incompreendida, não subsiste qualquer dúvida de que a aplicação efetiva do RGPD, da Lei Nacional de Proteção de Dados e, ainda, o trabalho dos Media, nesta matéria, tem sido preponderante para a consciencialização sobre o tema, junto daqueles cuja legislação visa proteger.

Pelo que, aquando da satisfação dos seus pedidos, o que encontramos é um titular realmente satisfeito por ver a máquina a trabalhar em seu benefício e de acordo com a sua vontade”.

Tenha mais informações sobre este assunto em CNPD e ainda na sua área de FAQ.

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