Os 10 principais blogs de acoes – O Super Bowl de negociacao de acoes

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Negociação: Conceito, Diferentes Tipos e 10 Dicas Poderosas

Escrito por SBCoaching 1 de novembro de 2020, 22:44

A habilidade de negociação é essencial para alcançar objetivos pessoais e profissionais.
Ela faz parte da realidade humana e está naturalmente presente em nossas vidas, mesmo que nem todos se deem conta disso.
Negociamos para resolver diferenças, chegar a acordos e encontrar soluções, tanto em casa quanto no trabalho.
Para que haja uma negociação, é preciso que duas pessoas apresentem seus pontos de vista e encontrem um denominador comum que satisfaça ambas as partes, em um processo decisório compartilhado.
Ao contrário do que dita o senso comum, negociar não é sinônimo de pechinchar ou levar vantagem, mas de solucionar conflitos e obter desfechos satisfatórios para as disputas.
Mesmo assim, quem não se posiciona adequadamente pode perder oportunidades, dinheiro e experiências positivas.
Afinal, a vida se resume a uma sucessão de negociações, desde a escolha do filme para assistir no cinema até o fechamento de uma grande parceria entre empresas.
E mesmo que você não se considere um grande exemplo de negociador, a boa notícia é que essa habilidade pode ser aprendida e aprimorada.
Então, pronto para sua primeira aula de negociação?

Conceito de Negociação

O conceito de negociação mais básico consiste no processo de troca em que duas ou mais partes procuram chegar a um acordo mutuamente satisfatório.
Logo, a negociação é um processo de comunicação, que normalmente parte da necessidade de alinhar interesses conflituosos.
O Harvard Negotiation Project, um projeto criado pela Universidade de Harvard para orientar a resolução de conflitos, define a negociação como a busca pelo “sim” conforme méritos e princípios, sem dureza ou prejuízo para as relações.
De acordo com o livro Habilidades e Negociação (Editora Schoba, 2020), a palavra negociação vem do latim negocium, derivada de neg (não) + ocium (ócio).
Ou seja, a própria origem da palavra aponta para uma atividade difícil e trabalhosa.
De fato, não há descanso para as negociações, principalmente em um mundo competitivo, hiperconectado e globalizado.
Para lidar com diferenças entre culturas, valores e métodos, é preciso investir tempo e esforços nas estratégias de negociação.
Se antes imperava a ideia de hierarquia e autoritarismo, hoje a negociação ocupa um lugar primordial no mundo dos negócios.
Este é um ponto importante: a negociação requer um relacionamento entre pessoas, ou seja, ambos os lados devem ter a chance de influenciar, persuadir e modificar as ideias do outro.
Quando as posições já estão definidas como opostas não há chance de diálogo e, portanto, nenhum tipo de negociação.
É por isso que a maioria das negociações parte de objetivos similares, apesar das divergências de interesses e visões.
É o exemplo clássico do negócio entre vendedor e comprador: um quer vender e o outro quer comprar.
Logo, os dois lados convergem no objetivo, mas divergem a respeito do valor justo do produto ou serviço.
Nesse caso, basta discutir o melhor valor para ambos, baseado nos argumentos do vendedor para aumentar o preço e do comprador para reduzi-lo.
Dessa forma, ampliamos o conceito de negociação incluindo alguns princípios básicos:

  • Negociar é um processo de comunicação com uma sequência lógica de etapas
  • Não existe negociação isolada, somente no relacionamento entre as partes
  • O acordo pode ser obtido no consentimento mútuo, dominação ou manipulação
  • Ambos devem terminar a negociação conscientes de que foram ouvidos
  • Conflitos, antagonismos e divergências são normais e esperados ao negociar
  • Toda negociação busca alcançar objetivos que satisfaçam os envolvidos.

Com essas premissas em mente, vamos aprofundar nosso estudo.

Tipos de Negociação

Existem vários tipos de negociação que se adequam a diversas situações, mas vamos focar naqueles que mais influenciam as transações corporativas.
O processo básico negociação passa pelo planejamento, apresentação de proposta e argumentação.
Na hora de discutir a melhor solução para ambas as partes, há três opções de negociação:

Negociação Distributiva

A negociação distributiva, como o próprio nome sugere, distribui os valores do que está sendo negociado entre as partes.
Muitas vezes, para que um lado ganhe mais, o outro precisa ganhar menos, por se tratar de negociações que envolvem somas e ativos fixos.

Negociação Integrativa

Já a negociação integrativa permite a ampliação de valor para ambos os participantes, melhorando os resultados de todos ao final do processo.
É o famoso “ganha-ganha”, em que é possível gerar lucros mútuos sem a necessidade de uma competição acirrada.

Negociação Criativa

O terceiro tipo é a negociação criativa, que vai além da cooperação integrativa para encontrar soluções inovadoras para ambas as partes.
Nesse caso, os participantes costumam estar abertos e em clima amigável, dispostos a ouvir os interesses de cada um e buscar ideias criativas para a satisfação plena de todos.

O que é a arte da negociação? E como ela é usada no processo de vendas?

A negociação pode ser chamada de arte porque envolve certa dose de sensibilidade combinada ao conhecimento técnico, além de um jogo de cintura excepcional.
No entanto, é mais coerente falar em uma “ciência da negociação”, uma vez que boa parte das técnicas pode ser praticada e desenvolvida.
Ou seja, por mais que alguns profissionais sejam reconhecidos como negociadores natos, uma estratégia bem planejada pode alcançar os mesmos resultados.
No processo de vendas, não é diferente: o vendedor deve utilizar as técnicas de negociação para fechar o negócio e satisfazer o cliente, favorecendo ambas as partes.
Mas é preciso lembrar que o consumidor do século 21 representa um desafio muito maior para as equipes de vendas.
Em matéria publicada no Meio&Mensagem, o CEO da Dom Strategy Partners Daniel Domeneghetti resume o perfil do novo cliente: empoderado, sagaz e repleto de informações ao seu dispor.
Em outras palavras, o chamado “cliente 3.0” é muito mais exigente e espera que o vendedor vá além dos clichês durante a negociação.
Logo, é preciso direcionar o processo de negociação para a nova realidade, onde os clientes comandam o mercado e são disputados por inúmeros concorrentes em múltiplos canais.
Esse cliente exige uma análise mais profunda de suas necessidades e desejos, além da elaboração de uma proposta atrativa e uma abordagem mais transparente.
Para conquistar os consumidores atuais, você vai precisar de mais do que uma boa lábia.
Então, é melhor acompanhar as próximas dicas.

10 dicas de negociação para você se tornar um ótimo negociador

Vamos ao que interessa: as 10 dicas de negociação que vão tornar você um especialista em fechar negócios.
Tome nota:

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1. Procure iniciar a negociação

Tomar a iniciativa da negociação é uma forma de ter mais controle da situação e abordar o cliente conforme planejamento prévio.
Antes de começar a conversa, você já deve ter levantando informações básicas sobre o cliente-alvo, avaliando seu potencial de compra e comportamento.
Essa fase de pré-negócio é essencial para antecipar reações e definir cada passo durante o processo, tendo sempre um plano B na manga.

2. Formalize a negociação por escrito

A formalização por escrito pode ser aplicada em propostas comerciais, contratos e acordos em geral, transmitindo confiança ao interlocutor.
Tenha sempre um material preparado em um formato de texto ou apresentação, reunindo os principais pontos da negociação e soluções apresentadas.

3. Utilize a técnica do rapport

A técnica do rapport vem da Programação Neurolinguística e consiste em criar um estado de interação e proximidade com seu cliente.
Você pode estabelecer a conexão inicial por meio de algumas atitudes simples:

  • Chamar o cliente pelo nome para aumentar a familiaridade
  • Imitar discretamente alguns gestos e expressões do cliente
  • Adaptar o tom e volume de voz para se assemelhar ao do interlocutor
  • Utilizar frases e comandos positivos para maior assertividade.

4. Mantenha-se frio e calculista

Embora os clientes modernos valorizem a transparência e autenticidade, você precisa manter o controle sobre suas emoções durante toda a negociação.
Os bons negociadores equilibram a razão e a emoção, mantendo uma distância segura para controlar a situação sem transparecer ansiedade, irritação ou mesmo entusiasmo em excesso.

5. Jogue limpo na negociação – Não prometa o que não pode cumprir

O primeiro passo para a credibilidade em qualquer negociação é prometer somente aquilo que poderá cumprir – dentro das exatas condições mencionadas.
Vale lembrar que mentir para fechar negócio é crime, segundo o artigo 171 do Código Penal: “Obter vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil ou qualquer outro meio fraudulento.”

6. Utilize o princípio PICO na preparação da negociação

O PICO é uma excelente ferramenta baseada no Método Harvard, também conhecida como negociação baseada em princípios.

O que é o princípio PICO?

O princípio PICO tem como objetivo estabelecer uma negociação amigável, eficiente e sensata, por meio dos seguintes pontos:

  • Pessoas: separe as pessoas do problema e supere o ego
  • Interesses: foque nos interesses, ao invés de tentar mudar posições
  • Critérios: conduza sua argumentação com base em padrões e critérios
  • Opções: estabeleça diversas possibilidades de acordo.

7. Faça uma Análise do campo de força da negociação

Analisar o campo de força da negociação significa mapear a situação e identificar as variáveis que atuam em favor ou contra seus objetivos.
Para isso, você deve identificar o problema, definir seus objetivos e avaliar as forças impulsionadoras e contrárias nos seguintes aspectos:

Tempo

Nas negociações comerciais, é bem possível que o tempo esteja contra você, pois sempre há um prazo limite para a conclusão do processo.
Dependendo das condições, é comum que uma das partes se aproveite de maior disponibilidade de tempo para pressionar a outra.
Por isso, é preciso ser claro no controle dessa variável.

Informação

A informação é sua maior aliada nas negociações, pois determina o quanto você está preparado para convencer e influenciar o cliente.
Para os novos consumidores, uma informação de qualidade pode ser decisiva para o sucesso do negócio.

Poder

O poder é um aspecto positivo nas negociações, já que permite que as partes utilizem autoconfiança, persistência e persuasão para realizar acordos satisfatórios.
No caso dos negócios corporativos, você deve aproveitar todos os poderes que tiver para influenciar a decisão do outro, seja o poder de especialista, poder de barganha ou poder de convencimento.

8. Tenha seu BATNA ou MAPAN definido

Você já teve dificuldades em definir seus limites e enxergar os limites do outro em uma negociação?
A solução para isso é implementar o BATNA ou MAPAN em sua empresa.

O que significa BATNA ou MAPAN?

A sigla BATNA significa Best Alternative To a Negotiated Agreement ou Melhor Alternativa Para um Acordo Negociado em português (MAPAN).
Essa ferramenta é utilizada para definir uma segunda opção caso você não consiga o que pretendia na negociação, sem acabar no prejuízo.

9. Defina sua ZOPA (Zona Possível de Acordo) antes de iniciar a negociação

Outra sigla que pode mudar suas negociações é a ZOPA: Zona Possível de Acordo.
É nessa zona que se encontram os acordos satisfatórios para ambas as partes, que deve ser explorada para gerar negócios vantajosos.
Uma das formas mais precisas de definir a ZOPA é a partir do preço de reserva, ou seja, o ponto menos favorável pelo qual você está disposto a aceitar um acordo.

10. Treine sua capacidade de persuasão

Os negociadores persuasivos utilizam informação e raciocínio para convencer seus clientes, e por isso se destacam pela capacidade argumentativa.
Para treinar seu poder de persuasão, invista na inteligência emocional, linguagem corporal assertiva e flexibilidade, além de dominar o assunto da negociação.

Como o coaching pode ajudar a ser mais persuasivo e negociar melhor?

Se você concluiu que precisa ser mais persuasivo e negociar melhor, o coaching é a solução ideal para desenvolver suas competências.
Basta pensar que muitas das técnicas apresentadas neste texto fazem parte da metodologia dos coaches, que são especialistas em despertar o negociador que há dentro de cada profissional.
Você pode escolher entre o coaching de vendas, coaching de liderança, coaching executivo e diversos outros segmentos que focam nas habilidades de negociação de alto impacto.
Em todos, você encontrará técnicas e ferramentas que reforçam capacidades essenciais para a negociação, como a comunicação, a persuasão, a liderança e a inteligência emocional.
Esses aspectos podem ser trabalhados e encarados individualmente, mas costumam se relacionar muito bem.
Quem fala de forma eloquente tende a convencer o outro com seus argumentos.
Quem tem empatia consegue compreender o interlocutor e assim dialogar com maior tranquilidade.
E, assim, muitas habilidades podem ser aprimoradas para se tornarem peças-chave da engrenagem da negociação.
Mas, muito além de ensinar estratégias, o coach conduz um processo de transformação pessoal e profissional para que você alcance seus objetivos com excelência.
Como a negociação é considerada uma arte, o coach pode transmitir as técnicas e estratégias em um processo de aprendizagem assistida, que foca no seu autoconhecimento em vez de lições convencionais.
Durante as sessões, você será incentivado com perguntas poderosas, pontos de vista inovadores e ferramentas capazes de reprogramar sua mente para o sucesso.
E, a seguir, vai descobrir como levar essa ideia ainda mais a sério.

Como se tornar um coach com a SBCoaching

Existem mais de 53 mil coaches em atividade em todo o mundo, conforme o estudo mais recente sobre o tema, ICF Global Coaching Study, de 2020, da Federação Internacional de Coaching.
Então, se você chegou até aqui inspirado para se tornar um coach, é bom conhecer o melhor caminho para se destacar na área.
Os cursos da Sociedade Brasileira de Coaching são o passaporte ideal para o mundo do coaching, uma carreira promissora que cresce a cada ano e eleva a performance humana à potência máxima.
Referência nacional e internacional, a SBCoaching já formou mais de 35 mil coaches e atendeu a mais de 3 mil empresas.
A empresa oferece diversos cursos para quem quer conhecer as técnicas e ferramentas que norteiam o desenvolvimento pessoal e profissional.
Muitos desses treinamentos contam com referências e recursos importantes para a negociação.
Mas, para reforçar ao máximo essa competência, você pode se sair melhor como coach executivo, coach de carreira ou líder coach.
Por isso, confira os programas de formação e treinamentos e dê o primeiro passo para um futuro transformador.

Conclusão

A negociação, como tantas outras competências humanas, funciona como um músculo: deve ser exercitada para se fortalecer a cada dia.
Como vimos, muitos aspectos da negociação podem ser aprendidos, mas a mudança de comportamento é essencial para se tornar um grande negociador.
Você pode ler livros, fazer cursos e treinamentos, assinar conteúdos sobre negócios, trocar experiências e várias outras medidas que vão ampliar sua capacidade negociadora.
Mas como diz o diretor de negociação executiva G. Richard Shell, a negociação efetiva é 10% técnica e 90% atitude.
E se você quer mudar de atitude, a palavra-chave é coaching.
Com essa metodologia, você extrai de si as melhores respostas para os problemas do cotidiano e, assim, se cerca de informações para encarar as situações de frente, com total autonomia e independência.
Na prática, essa mentalidade positiva na negociação é reforçada quando se sabe de onde se vem e para onde se está indo.
E não é apenas na atitude que o coaching ajuda.
Essa abordagem reforça a capacidade de negociação por desenvolver as seguintes habilidades e competências:

Assim, com um leque amplo de ferramentas e técnicas para impulsionar resultados, você terá desfechos mais positivos para quaisquer impasses que encontrar ao longo de sua jornada.
Gostou das dicas sobre negociação?
Quais delas você já utilizou?
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Super Bowl: Os 10 maiores da história do futebol americano

Vem aí o Super Bowl LIII. Está chegando a hora. New England Patriots e Los Angeles Rams decidem quem ficará com o título no domingo (3), às 21h30, em Atlanta. Antes da decisão, a Liga Nacional de Futebol Americano (NFL) divulgou uma lista com as 10 maiores decisões da história do futebol americano. Você concorda? Confira:

– New York Giants 20 x 19 Buffalo Bills – Em 1991, o Bills teve a chance de vencer num Field Goal, mas acabou errando. O Kicker Scott Norwood foi para o último lance e decisivo, 47 jardas, mas errou. O Buffalo Bills já perdeu quatro Super Bowl, mas certamente esse foi o mais dolorido.

2° – Pittsburgh Steelers 27 x 23 Arizona Cardinals – Em 2009, o time dos Cardinals venciam o jogo até os últimos lances, mas na jogada decisiva, o quarterback Ben Rothlisberger acertou um passe espetacular para o receiver Santonio Holmes e garantiu o sexto título dos Steelers. Emoção total.

3° – New York Jets 16 x 7 Baltimore Colts – Em 1968, o favoritismo era dos Colts, mas os Jets conseguiram o título e configurar a maior zebra da história do Super Bowl. Joe Namath e o New York Jets eram considerados azarões contra Johnny Unitas e o Colts, mas conseguiram essa grande vitória.

4° – New York Giants 17x 14 New England Patriots – Em 2008, os Patriots eram os favoritos, pois conseguiram 18 vitórias consecutivas. A vitória configuraria a segunda equipe a ganhar de forma invicta a NFL. A primeira foi o Miami Dolphings, em 1972). No entanto, os Giants guiados por Eli Manning conseguiram a grande conquista.

5° – New England Patriots 20 x 17 St Louis Rams – Em 2002, os Rams tinham o favoritismo para alcançar o segundo título do Super Bowl, porém os Patriots de Tom Brady venceram com um field goal de 48 jardas convertido por Adam Vinatieri, no último lance da partida.

6° – St Louis Rams 23 x 16 Tennessee Titans (2000) – Em um Super Bowl sem times tradicionais, o quarterback Kurt Warner liderou sua equipe ao primeiro título da NFL. Título que quase não veio, já que na jogada final o receiver dos Titans Kevin Dyson recebeu passe do quarterback Steve Mcnair e foi barrado, a uma jarda da end zone, pelo linebacker Mike Jones,

7° – San Francisco 49ers 20 x 16 Cincinnati Bengals – Em 1989, o Cincinnati Bengals vencia, mas na reta final recebeu a virada. Joe Montana, o quarterback da equipe de San Francisco, liderou o time para o touchdown decisivo, a poucos segundos do fim com o wide receiver John Taylor. Esse foi o terceiro título de Joe Montana e dos 49ers nos anos 80.

8° – Pittsburgh Steelers 35 x 31 Dallas Cowboys – Em 1979, os Steelers venceram pelo segunda vez na década os rivais dos Cowboys. O quarterback Terry Bradshaw teve atuação histórica com quatro passes para touchdown.

9° – Denver Broncos 31 x 24 Green Bay Packers – Em 1998, o Packers de Brett Favre conheceu a derrota. Os Broncos, do quarterback John Elway, alcançou seu primeiro título da NFL, após três derrotas no Super Bowl. Elway fez um touchdown correndo e o running back Terrell Davis correu para três touchdowns.

10° – Pittsburgh Steelers 21 x 17 Dallas Cowboys – Em 1976, Os Steelers chegaram ao segundo título do Super Bowl com uma virada histórica. O primeiro tempo perminou 10 a 7, porém conseguiu a virada e garantiu o título ao vencer por 21 a 17.

TOP 5 – Melhores Super Bowls da história

segunda-feira, 1 de maio de 2020

Algo facilmente verificado quando começamos a analisar e classificar os Super Bowls, é o quanto temos que ser agradecidos pelos confrontos nos últimos anos. Seja por mudanças nos parâmetros das partidas, com a introdução do ataque aéreo se tornando mais importante que o terrestre e o nível de paridade cada vez maior entre os times, tivemos muitas partidas históricas nos últimos 25 anos; viradas passaram a ser parte do cenário, e nada no 4º período é garantido. Claro que há exceções, mas é consenso afirmar que as grandes disputadas aconteceram em sua maioria nos últimos anos. O TOP 5 da semana lista então os cinco melhores Super Bowls da história, levando em consideração diversos quesitos como qualidade da partida, os jogadores envolvidos, o nível de emoção e o impacto do jogo na construção da rica história da NFL.

Menção Honrosa: Super Bowl XLIII – Pittsburgh Steelers 27 x 23 Arizona Cardinals

De um lado a tradicional franquia de Pittsburgh, que conquistaria o sexto Super Bowl de sua história (sendo o único time a conseguir tal feito) e de outro o Arizona Cardinals, em sua primeira (e única) aparição em Super Bowls. O confronto teve uma interceptação retornada por 100 jardas do LB James Harrison nos segundos finais do primeiro tempo, e o quarto período foi um dos melhores da história. O WR Larry Fitzgerald torceu a então melhor defesa da temporada para o TD de 64 jardas que dava a liderança a poucos segundos do fim (deixando para trás o lendário S Troy Polamalu no processo) que coroou uma das maiores performances de um WR na história dos playoffs, porém o QB Ben Roethlisberger conduziu aquela que discutivelmente foi a melhor campanha de sua carreira, culminando no passe para o WR Santonio Holmes no canto da end zone, que extirpava as chances do time de Arizona conquistar o primeiro Super Bowl da franquia num desfecho épico para times tão diferentes se analisados apenas o quesito história, mas que fizeram um duelo digno de figurar nesta lista.

5) Super Bowl XXXIV – Saint Louis Rams 23 x 16 Tennessee Titans

O “Greatest Show of Turf” do Rams anotou apenas 23 pontos (a terceira menor marca naquela temporada), porém as 414 jardas áreas do QB Kurt Warner representam a maior marca da história do grande jogo até aquele momento, o que naturalmente rendeu ao lendário QB o título de MVP daquela partida. Contudo, o Titans comandado pelo HC Jeff Fisher tinha a posse da bola nos minutos finais, na campanha que empataria o jogo em caso de TD, mas o desfecho foi simplesmente histórico. Comandado pelo experiente QB Steve McNair, marchou todo o campo, graças à incomum habilidade do QB em sair do pocket e ganhar jardas com as pernas. Na última jogada da partida, a seis segundos do final do jogo, o Titans estava na linha de 10 jardas do campo de ataque, McNair encontrou o WR Kevin Dyson no meio do campo que avançou na busca pelo TD, mas foi derrubado pelo LB Mike Jones a uma jarda da end zone, num final de partida simplesmente cinematográfico. A jogada de Jones ficou conhecida como “The Tackle” e foi o mais próximo que o Titans (e o HC Jeff Fisher) chegaram de conquistar o Vince Lombardi.

4) Super Bowl XLIX – New England Patriots 28 x 24 Seattle Seahawks

Era o encontro dos dois melhores times de toda a NFL. De um lado o Patriots comandado pelo QB Tom Brady e o HC Bill Belichick e do outro, a poderosa defesa do Seahawks, que estava na campanha de defesa do título, o que naturalmente iniciaria conversas de construção de uma dinastia formada pelo HC Pete Carroll. A partida teve controvérsias (o deflategate estava apenas começando) e uma virada fenomenal do Patriots, que anotou 14 pontos sem resposta para tomar a liderança do placar no 4º período em TD do WR Julian Edelman. Seattle estava na campanha que daria a liderança do placar no minuto final, mas na linha de duas jardas tudo mudou: Carroll, contando com o RB Marshawn Lynch, optou por chamar uma jogada de passe naquela altura do jogo, e o QB Russell Wilson foi interceptado pelo então desconhecido CB Malcolm Butler, naquela que pode ser afirmada como a maior jogada defensiva da história do Super Bowl. O QB Tom Brady venceria pela 3ª vez o título de MVP do jogo e o seu quarto Super Bowl na carreira, porém o primeiro em mais de uma década.

3) Super Bowl XXIII – San Francisco 49ers 20 x 16 Cincinnati Bengals

Este Super Bowl é discutivelmente o primeiro que ganhou a alcunha de grande clássico da história da NFL, instantaneamente sendo lembrado como uma das partidas mais importantes até na elevação do status que a NFL tem hoje, que é uma das ligas esportivas mais poderosas (e rentáveis) do mundo. O Bengals tinha uma grande defesa, mas o ataque não funcionou na partida, cabendo ao K Jim Breech chutar 3 FGs razoavelmente curtos (34, 40 e 43 jardas), o que tornou a vitória inviável para o time de Ohio. O 49ers comandado pelo QB Joe Montana venceu graças à campanha que ficou conhecida como “The Drive”; Montana liderou uma campanha de 11 jogadas que atravessou 92 jardas contra a defesa do Bengals comandada pelo lendário Dick LeBeau, até terminar no passe para TD de Montana direcionado ao WR John Taylor, a apenas 34 segundos do final da partida. Curiosamente, o melhor desempenho de Montana em Super Bowls foi justamente naquele único que ele não venceu o prêmio de MVP, pois tal honra ficou com o WR Jerry Rice, com 11 recepções e incríveis 215 jardas, um recorde da história da partida. O jogo capitalizou a dinastia do 49ers na década de 80 e simbolizou também o último do HC Bill Walsh, um dos maiores vencedores da NFL que se aposentaria no topo do mundo.

2) Super Bowl LI – New England Patriots 34 x 28 Atlanta Falcons

A última iteração do Super Bowl entra em nossa contagem regressiva na segunda posição. Funcionando como o encerramento definitivo da narrativa do Deflategate nos campos, o Super Bowl LI ficou marcado pela maior virada da história da final da NFL. No primeiro tempo, o melhor ataque da temporada comandado pelo MVP Matt Ryan conseguiu avançar como queria pelo campo e contou com uma ótima atuação de sua defesa para abrir uma vantagem de 21 a 3. Na volta do intervalo, o Falcons ainda conseguiu mais um touchdown e elevou a diferença para 25 pontos. No entanto, o gênio de Tom Brady apareceu neste momento, auxiliado por momento milagrosos, como a recepção mágica de Julian Edelman nos calcanhares de Brian Poole, e por uma gigante atuação de James White para levar a partida para a primeira prorrogação que um Super Bowl já viu. Com a vitória no cara ou coroa, foi apenas questão de tempo até que o Patriots marchasse sem muita oposição de uma exausta defesa de Atlanta e sacramentasse o título com uma corrida de duas jardas para touchdown de White, na terceira vez que entrou na end zone no jogo, somando ainda a uma conversão de dois pontos que realizou. Com suas 14 recepções e 20 pontos anotados, White quebrou o recorde do Super Bowl. Enquanto isso, Brady anotou as novas marcas de passes completados (43), tentados (62) e jardas aéreas (466) da história da final, além de ter vencido seu quarto MVP de Super Bowl, marca inalcançada até hoje. O resultado consolidou de vez o legado de Brady e Bill Belichick e trouxe o quinto Troféu Vince Lombardi da dupla para Foxborough.

1) Super Bowl XLII – New York Giants 17 x 14 New England Patriots

A maior zebra, a maior jogada da história e o maior Super Bowl de todos os tempos, estas são algumas das credenciais da partida entre Giants e Patriots que decidiu a temporada de 2007. De um lado o Patriots, com 18 vitórias e nenhuma derrota na temporada, tentando se tornar a primeira equipe da história a conquistar o título de forma invicta desde o Miami Dolphins de 1972, sendo a primeira a conseguir tal feito numa temporada regular de 16 jogos. Do outro o Giants, em que suas nove vitórias na temporada regular simbolizavam a menor marca para um time que atuou em um Super Bowl. Tom Brady, que então havia lançado 50 passes para TD, sendo 23 para o WR Randy Moss com seu explosivo ataque aéreo e uma defesa sólida. Eli Manning, procurando sair da sombra de seu sobrenome famoso e se estabelecer como um QB de elite na NFL. O WR Plaxico Burress afirmou que o Patriots, que acabara de estabelecer a então melhor marca de pontos em uma única temporada, iria anotar apenas 17 contra a defesa do Giants, o que foi respondido em tom de deboche pelo QB Tom Brady: “vamos anotar apenas 17 pontos? Esperava que ele respondesse algo como 45 x 42 e nos dar algum crédito!” O Giants descobriria então a fórmula para anular o ataque do Patriots: pressionar Brady com apenas quatro jogadores; a linha defensiva infernizou Brady durante toda a partida mas não foi o suficiente. Com menos de três minutos do final, o placar estava 14 x 10 para o Pats e a bola com o Giants, coube a Eli Manning conduzir a campanha da vitória marcada pela “helmet catch” do WR David Tyree, após Manning de alguma maneira escapar do sack e lançar um passe para o WR, que fez a recepção apoiando a bola em seu capacete. Em um roteiro cinematográfico, coube ao falastrão Burress anotar o TD da vitória no minuto final, extirpando as chances do Patriots em conquistar o título de forma invicta, e marcando assim a grande zebra no maior Super Bowl da história da NFL.

Matéria publicada originalmente em 30 de janeiro de 2020

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